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#Verena Rodrigues Cortes

Uso de feromônios no manejo pecuário

Uso de feromônios no manejo pecuário

A pecuária moderna deixou de buscar apenas “mais cabeças” e passou a exigir eficiência, sustentabilidade e rentabilidade. Nesse cenário, o bem-estar animal é uma estratégia produtiva: quanto menor o estresse, melhor o consumo, o ganho de peso, a imunidade e a resposta reprodutiva. Já manejos bruscos aumentam agitação, acidentes, lesões e reduzem a eficiência de protocolos hormonais e tratamentos sanitários.

Uma ferramenta que vem ganhando espaço é o uso de feromônios apaziguadores. Eles ajudam a modular o comportamento e favorecem um manejo mais calmo em momentos críticos como desmama, contenção, transporte, procedimentos sanitários e reprodutivos. O resultado indireto aparece em forma de mais segurança para a equipe, menos perdas e maior eficiência operacional.

Importante: feromônios não substituem boas práticas. Funcionam melhor quando fazem parte de um sistema organizado, com rotina, estrutura e equipe treinada. O uso eficiente depende de diagnóstico técnico: nem toda fase do ciclo tem o mesmo nível de estresse, e a aplicação deve focar onde há maior impacto econômico.

Na nossa experiência prática, conduzida pela médica veterinária Verena Rodrigues Cortes, o feromônio foi utilizado como apoio em manejos que normalmente elevam a pressão do lote, especialmente nos dias de curral e nos procedimentos de maior contato. O que percebemos foi um ambiente mais controlado, com animais menos reativos, facilitando o fluxo, reduzindo correria e melhorando a segurança para quem está operando. Quando essa ferramenta é somada a um manejo bem planejado — com organização do curral, condução calma e rotina consistente — ela deixa de ser “um produto” e passa a ser parte de uma estratégia de eficiência dentro da fazenda.

Por isso, a assistência técnica tem papel decisivo. Empresas de acompanhamento, como a PROAGRO Agronegócios, ajudam a integrar manejo, sanidade, nutrição, reprodução e bem-estar para transformar tecnologia em resultado no campo. No fim, a lógica é simples: animal calmo produz mais, adoece menos e custa menos.

Verena Rodrigues Cortes –
Médica Veterinária
E-mail: verenacor@gmail.com
Contato: (55) 9.9735-7936

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